O coordenador nacional desse partido político, Clemente Castañeda, exigiu que as autoridades "investiguem este crime ultrajante". O governador de Hidalgo, Omar Fayat, censurou "energicamente" o homicídio de Aguilar e disse que já tinha expedido instruções para a realização das investigações correspondentes.
No domingo passado, o México realizou eleições legislativas e locais após uma campanha eleitoral igualmente ofuscada pela violência que deixou 100 políticos assassinados, 36 deles candidatos ou pré-candidatos a prefeitos, segundo dados da Etellekt.
Mais de 300 mil pessoas foram assassinadas no México desde que o governo lançou uma polêmica operação militar antidrogas em dezembro de 2006, segundo dados oficiais que não esclarecem quantas das vítimas respondem ao combate às máfias. ( Fonte: Correio Braziliense)

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