De acordo com a justificativa da proposta, para um adestramento mais eficiente, os odores utilizados no treinamento precisam ser realistas e semelhantes ao das substâncias ou objetos que eles precisam localizar na realidade, mas os órgãos especializados nesse treinamento têm grande dificuldade de obter, por diversas limitações burocráticas, as substâncias necessárias para esse treinamento.
Fabrizio Ferraz reiterou que o uso desses animais torna mais eficaz e rápida a resposta por parte das Polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros em situações específicas. “É fundamental que possamos assegurar a esses cães um treinamento adequado, a fim de garantir ainda mais segurança a toda sociedade”, defendeu. A matéria foi distribuída na manhã de hoje na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça, e segue em tramitação na Casa Legislativa. ( Com informações de Ponto de Vista)

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