Ela foi presa em flagrante e vai responder pelos crimes de falsidade ideológica e exercício ilegal da medicina. Em um vídeo divulgado na internet, a médica verdadeira mostra que a mulher usava seu carimbo, com nome e CRM para realizar atendimentos e dar receitas no Hospital Prontonil.
O diretor juridíco do Hospital Prontonil, Sancler Costa, afirma que a falsa médica é formada em medicina na Bolívia e que não teve o CRM aceito no Brasil. Ele afirma que ela era terceirizada, e que houve uma troca de documentos na hora da contratação.
Em maio, dois falsos médicos foram identificados em unidades de saúde do Rio. Na Unidade de Pronto Atendimento do Engenho Novo, na zona norte, um homem apresentou documentos falsos para cobrir um dos médicos do quadro fixo.
Outro falso médico, que trabalhou de forma ilícita em pelo menos 11 hospitais do Estado foi preso. Aleksandro Gueivara teria realizado mais de três mil atendimentos e usava dados de outro profissional, que procurou a Policia Civil e denunciou o caso.

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