No tal grupo, estão todos aqueles que se dizem opositores ao Governo Bolsonaro. Vai de Luciano Huck a Sérgio Moro, passando por João Doria e Ciro Gomes, entre outros nomes que, certamente, surgirão na disputa.
Esse mesmo “grupo do Bem” divulgou o “manifesto em defesa da democracia”, na quarta-feira (31). Moro não assinou a “carta de protesto”. Mas, o jovem governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), definiu o documento como o “primeiro passo” na construção de uma aliança para as eleições de 2022.
Enfim, não dá pra entender tanta gente diferente em ideologias e visões juntas para derrotar um único homem. Essa “Frente Ampla” é, realmente, novidade nas eleições brasileiras que, antes, viam apenas grupos políticos bem definidos como obstáculos. Sinal de que o atual presidente Jair Bolsonaro tem uma força gigante. Pois, conseguiu unir toda a oposição em um único propósito: impedir a sua reeleição.
A criação do grupo de conversas e o manifesto publicado significam dizer que as comunicações reservadas entre eles já ocorrem há muito tempo. Mas, eles despistam e alegam que a ideia é criar uma “terceira via” para romper a polarização entre Bolsonaro e o ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na corrida pelo Planalto em 2022.
O tucano disse que, talvez, mais de uma candidatura seja lançada pelo grupo para romper com a polarização, mas os integrantes do grupo de “Zap” fizeram um “pacto de não agressão” e o enfrentamento seguir apenas no “plano das ideias”.
O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta – quem diria – foi a “mente” por trás da carta. Foi ele também quem acionou os demais “presidenciáveis”. A articulação final em torno do texto foi rápida e começou na terça-feira (30).
Huck, que ainda não se coloca abertamente como candidato à presidência, foi “representado” pelo presidente do Cidadania, Roberto Freire, que define o manifesto como “fato inédito” na história da República. ( Fonte: Correio de Notícia)
Da Redação do Portal de Notícias Floresta News

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