As suspeitas sempre começam quando familiares de idosos que foram se vacinar estranham o movimento feito pela pessoa que está aplicando a dose. Em um dos casos, por exemplo, o profissional de saúde nem sequer aperta o êmbolo da seringa. "Se as investigações confirmarem que houve desvio de dose, ou qualquer outra irregularidade, o profissional de saúde poderá ser autuado pelo crime de peculato, que tem penas que podem chegar até a 12 anos de reclusão", afirmou a Polícia Civil em nota.
O crime de peculato é definido como aquele em que o funcionário público se apropria de "dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio." Um exemplo clássico disso na política é a chamada "rachadinha", quando um deputado, por exemplo, recebe dinheiro desviado de seus assessores.
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